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Síndrome de Burnout: você sabe o que é e como lidar com isso?

Síndrome de Burnout: você sabe o que é e como lidar com isso?

A jornalista Izabella Camargo, ex-Rede Globo, confessou que teve crises de esgotamento profissional enquanto apresentava os telejornais da emissora. Ela foi diagnosticada com a síndrome de Burnout, uma doença que nem todos conhecem.

Essa síndrome se refere a um termo psicológico ligado à exaustão prolongada e, consequentemente, o baixo interesse em executar as funções do trabalho. Um distúrbio psíquico que tem suas raízes no estresse e na tensão emocional, sendo assim uma das principais razões do aumento das taxas de turnover nas empresas. 

Para se tenha ou para que vc tenha. Assim está estranho. que tenha um fator a mais na hora de considerar o que gera a satisfação dos colaboradores, você verá o que há de mais importante a respeito dessa doença. Confira!

O que pode levar à síndrome de Burnout?

Se você fizer uma pesquisa entre os colaboradores, bem provável que consiga coletar informações de quem gosta ou não da empresa, porém, dependendo da situação de descontentamento, isso pode representar um quadro de Burnout sem que as pessoas saibam disso. A sobrecarga é um dos primeiros fatores que favorecem o aparecimento dessa doença, principalmente se as jornadas de trabalho forem desgastantes.

Metas utópicas que forçam os profissionais a terem que superar os próprios limites todos os dias fazem com que o desgaste seja evidente, afinal, ninguém é de ferro para aguentar tudo isso por muito tempo. Inclusive, as pessoas percebem que o ambiente é insalubre quando não dispõem de autonomia para tomar suas próprias decisões e que dificilmente são reconhecidas pelo esforço.

Os colaboradores nesse estado começam a apresentar valores distorcidos sobre o propósito da empresa, além de se sentirem desconfiados em relação a tudo e todos. Profissionais como professores, policiais, jornalistas, atendentes de telemarketing, bancários, médicos, enfermeiros, entre outros são os que mais sofrem com problemas referentes ao Burnout, podendo apresentar situações complicadíssimas.

Quais são os principais sintomas? 

Apesar de a síndrome ser apresentada como um resultado de um esforço desgastante no trabalho e pausas irrelevantes para a recuperação, a natureza desse mal gera algumas discussões. Enquanto alguns especialistas levantam a bandeira que o Burnout está ligado à exaustão, outros associam a doença como uma espécie de caso especial de depressão ou princípio dela. 

De maneira geral, a pessoa que é diagnosticada com a síndrome costuma demonstrar um esgotamento natural notório aos olhos dos outros, mas nem sempre levado a sério por quem passa por essa situação. Os colaboradores com essa doença trabalhista costumam apresentar dores de cabeça, insônia, dificuldades de concentração, perda de memória, fadiga, alterações repentinas de humor, ansiedade, entre outros aspectos.

Vale ressaltar que lidar com o ficou estranho aqui “lidar com brunidura diariamente “Burnout diariamente pode afetar o corpo em sua plenitude, proporcionando ocorrências de pressão alta, contrações involuntárias, dores repentinas, respiração descontrolada e visão turva. Aliada às refeições a base de frituras e alimentos processados, a síndrome pode ser o estopim de doenças cardíacas e pulmonares. 

Como é feito o diagnóstico?

Basicamente, o diagnóstico efetuado tem um viés clínico, cuja história do(a) paciente é levantada a partir de seu envolvimento com o trabalho e o que julga por realização pessoal e profissional. Questionários baseados na escala Likert, com respostas psicométricas que vão desde “discordo totalmente” até “concordo totalmente”, podem iniciar as primeiras análises acerca da situação.

Os psicólogos e psiquiatras também são recomendados para lidar com pacientes que demonstram ter a síndrome de Burnout, pois possuem o cabedal de conhecimento necessário para orientar sobre a melhor forma de tratamento. Por não terem noção dos sintomas ou negligenciarem a própria condição, muitas pessoas evitam a ajuda médica, mas isso pode ocasionar sérios problemas futuros.

A psicoterapia auxilia demais na recuperação dos pacientes, independentemente da linha teórica utilizada como abordagem profissional, visto que o importante é a pessoa ter a identificação com a estratégia e, junto ao profissional de saúde, traçar novos planos. No que se refere ao Sistema Único de Saúde (SUS), pode-se utilizar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), apta a oferecer todo o tratamento de forma gratuita.

De que forma é feito o tratamento? 

Dependendo do estado em que está o(a) paciente, o emprego de medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos no tratamento podem ser necessários, mas tudo com prescrições devidamente analisadas para que haja melhorias no quadro apresentado. Podemos dizer que o tratamento demonstra uma certa evolução entre um a três meses, porém, conforme o caso, pode perdurar por mais algum tempo.

Além da psicoterapia e da aplicação de medicamentos específicos, a síndrome de Burnout pode ser tratada também com uma boa mudança no estilo de vida da pessoa, ou seja, buscar condições de trabalho valorizadas, realizar atividades físicas regularmente, consumir alimentos saudáveis etc. Hábitos diferentes provocam uma nova programação do cérebro e fazem com que as pessoas se sintam encorajadas.

Exercícios de relaxamento como meditação e ioga podem complementar o tratamento, porque são ferramentas poderosas de concentração, de modo que isso ajuda o hipocampo do cérebro a exercer suas funções de maneira normal. O segredo é evitar os gatilhos que levam à síndrome e readequar o cotidiano, a fim de trabalhar para viver, e não o contrário.

O que as empresas podem fazer nesses casos? 

Não adianta os gestores fugirem dessa responsabilidade, pois as empresas exercem um papel importantíssimo na recuperação dos colaboradores com a síndrome de Burnout, afinal, eles são o ativo intelectual do negócio. A missão é lidar com a parte emocional dos funcionários, de tal modo que eles se sintam acolhidos e saibam a importância deles nos resultados financeiros da companhia.

O primeiro passo é estruturar um horário de trabalho humanizado, isto é, no máximo oito horas de serviço, férias devidamente agendadas e pausas regulares — até mesmo para cumprir as normas de ergonomia. Torna-se essencial que a cultura da empresa seja voltada em prol das pessoas, e não somente dos números, pois a produtividade só aumenta se houver respaldo para isso.

Além de campanhas de conscientização sobre a doença, o investimento em benefícios pode impulsionar os colaboradores a se engajarem mais com o cargo. Pode-se aplicar momentos de ginástica laboral, cursos de capacitação profissional e uma alimentação balanceada no refeitório, tendo uma boa variedade no cardápio para suprir todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo.

Portanto, lembre-se que a síndrome de Burnout é algo sério e que merece a atenção de todos na empresa, pois com o diagnóstico precoce e ações voltadas para recuperar o quanto antes as pessoas, isso só tem a beneficiar a organização.Você gostou deste assunto mais profundo e quer ter acesso a outros conteúdos? Então não perca a oportunidade de se cadastrar na nossa newsletter para ter dicas de como otimizar o dia a dia dos colaboradores!

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